segunda-feira, 16 de maio de 2011

Exibicionismo... delicioso exibicionismo

Impossível listar todas as coisas que adoramos quando o assunto é sexo, mas entre as top-five sem dúvida está o exibicionismo.
Bom demais sentir a adrenalina no máximo enquanto procuramos um lugar calmo (ou nem tão calmo assim... rsrsrsrs), para abaixar-levantar-colocar-para-o-lado as roupas e fazer algumas fotos.

Bom demais imaginar se alguém viu ou não nossas ações. Bom demais conferir depois as fotos e ver que ficaram deliciooosas!

E, bom demais é ouvir os comentários a respeito de que quem faz isto, de que são todos loucos, safados e tarados... rsrsrsrs... e resta alguma dúvida de que são todos sim safados e tarados?!

As fotos abaixo são uma amostra do que adoramos fazer... Apreciem, sem moderação.




Beijos,
Ksal Wet.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Saudades do Verão...

Todas as estações do ano tem seu charme particular, sua graça, seus momentos especiais. A primavera com seu esplendor floral, o inverno de vinho, cobertas, lareira (e para alguns felizardos, bonecos de neve, snowboard, rsrsrs...). O outono e suas folhas douradas, o céu azul anunciando que o frio logo vem...
Maaas, sejamos sinceros. Há coisa mais deliciosa do que o verão? Calor, praia, mar. Piscina, caipirinha. Decotes maravilhosos, saias curtíssimas. Corpos expostos, pele ao sol.
E, sejamos sinceros. Há coisa mais gostosa do que a Sra. Wet de biquíni? Na falta do Sol, ensaio caseiro com os micro, mini e safados biquínis com que ela faz suas deliciosas marquinhas...
Apreciem sem moderação.




Beijos!
Ksal Wet.

domingo, 1 de maio de 2011

Banheiro de bar

Existem ambientes míticos, daqueles que nos remetem a lembranças antigas, estereotipadas em cenas corriqueiras, momentos que passam despercebidos no todo da vida. Banheiro de um bar é um destes míticos ambientes, ainda mais banheiros femininos de bar, que seguindo os padrões, sempre estão lotados!
Noite de sexta, após duas viagens curtas durante o dia, mas cansativas – a semana não havia sido fácil para ninguém – nos encontramos no bar. Sorrisos soltos, conversa animada, copos vêm e vão, a conversa flui solta - estávamos entre amigos. Após alguns copos, a natureza chama as mulheres, e sim, ambas vão juntas ao banheiro (nota do Sr. Wet – “mulheres, por que este sadismo em nos enlouquecer indo juntas ao banheiro? ;))”.
Fila para entrar, banheiro lotado. Tendo feito o que era necessário, voltamos para mesa. Por alguns momentos estava certa de colocar em prática um dos sórdidos planos mais tradicionais de se fazer num banheiro feminino de bar com outra mulher, mas não foi desta vez, melhor dizendo, não nesta ida...
Mais copos vêm, mais copos vão. A natureza - agora a outra - chama novamente – hora de fazer o que não agüentava mais esperar fazer, faltava aquele milímetro de coragem, que aquela altura já estava completa.
Chegamos ao banheiro, lá dentro uma colega de outra mesa, “meio” bebadazinha, comemora sua ida ao show do U2 em SP (sim, U2 é tudo de bom!). A colega depois de falar sem parar (eu já não olhava mais para ela e sim no par de peitos que estavam saltando pelo decote do vestido dela, rsrs...) por uns 15 minutos (eternoooosss) ela sai, e ali ficamos discretamente esperando o banheiro ficar vazio. Já estava louca e altamente molhada, não via a hora de entrar num dos reservados sabendo que a intenção da minha amiga era igual. Na troca de olhares e “diretinhas” na mesa, a mensagem foi facilmente decifrável.
Depois de longos e eternos 15 segundos, num único instante em que ninguém observa, numa rápida troca de olhares, ela pega minha mão e me puxa para um dos reservados (ops, este reservado não tinha condições) fomos para o próximo, era pequeno, mas tamanho era o tesão que naquele momento não importava. Fechamos a porta o mais rápido possível.
Ela coloca a bolsa estrategicamente numa abertura da divisória que dava diretamente para a pia do banheiro, se alguma curiosa enfiasse a cara ali veria tudo de camarote!! Antes que eu tomasse alguma ação, ela me ataca e começa a me beijar. Aquele beijo quente, molhado, nossas línguas foram entrelaçando-se loucamente.
Minhas mãos percorrem seu corpo delicioso, sentindo cada curva, cada detalhe. E que corpo! Sua bunda arrebitada pelo salto altíssimo e vermelho, suas coxas de quem adora dar de quatro.
Ela surpreendentemente tarada, levanta a minha saia e tira a minha calcinha, quando percebo, ela já estava me chupando deliciosamente! Não agüentei e comecei a gemer (tenho certeza que quem entrou naquele banheiro ouviu), e ela não parava! Aquela língua chicoteava a minha pussy, comecei a rebolar na boca dela enquanto eu brincava com os meus peitos.
Indescritível a sensação de ser chupada por outra mulher. Já fui chupada incontáveis e maravilhosas vezes pelo Sr. Wet e antes dele por outros homens nada habilidosos. Mas uma mulher chupa de forma diferente. Uma mulher conhece o corpo de outra mulher e ela sabia me envolver deliciosamente...
Não agüentando, ficamos em pé, frente a frente e voltamos a nos beijar. Sentir aquela boca com o sabor da minha pussy foi excitante demais! Na hora, agarrei seus peitos baixei seu decote e mamei deliciosamente aqueles peitos lindos, naturais e macios. Ela me segurava pelos cabelos e sussurrava no meu ouvido coisas que jamais imaginaria ouvir de uma mulher...que delícia era ouvir aquela voz me chamando de gostosa! Naquela mamada deliciosa, fiz questão de masturbá-la enfiando o meu dedinho na sua pussy encharcada.
Lambendo meus dedos, louca de tesão, para retribuir, coloquei-a no meu lugar (em pé) e levantei seu vestido e tirei sua calcinha (guardei a calcinha dela na minha bolsa...rsrs) e comecei a chupar aquela pussy rosadinha e totalmente molhada. Ela se contorcia deliciosamente, fiquei louca, afastei seus lábios enquanto acertava com a minha língua seu clit rosado, ela ficava louca...continuei sem parar ... até que enfiei minha língua na pussy dela, ela gemia e me agarrava...não havia como segurar a respiração ofegante, os gemidos, tampouco havia porque segurá-los. Nenhuma de nós estava preocupada se o banheiro estava lotado, se o “reservado” em que estávamos tinha uma destas portas que não fecham por completo – nossos pés, nossas pernas dobradas com certeza estavam a mostra – e nossos gemidos sem dúvida confessavam o que estávamos fazendo. E nenhuma de nós estava preocupada, pouco importava.
Não temos idéia de quanto ficamos lá, assim que lembramos dos nossos maridos combinamos de voltar para a mesa. Afinal deixamos aquele gostinho de “quero mais”...

Como acabou a noite? Bem, dias depois recebo um relato maravilhoso de como havia sido para ela este momento:

“O que é essa mulher?? Não dá pra descrever a sensação que senti enquanto nos beijávamos.Era uma mistura de tesão e desejo por ela, mas também adrenalina e medo de sermos vistas. Rapidinho, levantei a saia e tirei a calcinha dela. A pussy estava deliciosamente molhada, não resisti e chupei gostoso. Ela gemia e rebolava na minha boca, estava tão excitada que quis retribuir.Me colocou de pé, levantou o vestido e tirou a calcinha. Me chupava com tanta vontade que eu só conseguia gemer e pedir pra ela não parar.Ficamos lá nos curtindo por um tempo (não faço ideia de qto tempo tenha transcorrido) até lembrar que nossos maridos estavam na mesa esperando. Nos recompomos e voltamos com cara de 'nada aconteceu'...

O que aconteceu depois? Deixo para a imaginação de vocês e quem sabe, para algum próximo post ....
Beijos molhadinhos!!!
Sra. Wet.